quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Nintendo DS - Build a Lot

Olá a todos, estou agora fazendo uma review desse joguinho de DS : Build a Lot.

É um jogo em que você faz o papel de um construtor civil e tem que ... construir casas e outras coisas também, como bancos, correio e até castelos.

É um joguinho simples, viciante e irritante, heheh.
Toda fase você começa com um pouco de grana, alguns terrenos e um pouco de material de construção. Ah, é claro que cada fase tem um objetivo e um tempo (deadline) para ser cumprido. Caso você realize as tarefas antes da deadline, você ganha gold naquela fase.
Um incentivo se você é doido por achievements e por fechar jogos em 100%.

O jogo vai evoluindo aos poucos e alguns desafios vão surgindo também. As casas vão crescendo, depois é necessário fazer alguns upgrades e não deixar lotes vazios para não desvalorizar a vizinhança.

É claro que do meio pro fim começam as dores de cabeça, do tipo, se não fizer as coisas em determinada ordem e com planejamento (mexendo em 5 coisas ao mesmo tempo) é Game Over sem dó mesmo.
Ah, e as vezes o jogo te dá objetivos surpresas bem no meio da fase. prepare-se para surpresas desagradaveis (ou desafios, hehe).

Recomendo também por ser aquele tipo de jogo que dá pra jogar enquanto se espera alguém ou não há muito tempo disponivel. Não dá tempo de fazer uma side quest em final fantasy? Vá de Build a Lot.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Vietnow!

02 de junho de 2078. Sayonara City.

Hoje peguei um transporte aéreo de "Sayonara City" como o pessoal do aeroporto chama.
Nem sei como se pronuncia o nome desse lugar.
Eu sou um ranger do 35º Batalhão da Força de Paz da América Unida.
Eu já trabalhei na construção civil, fui advogado um tempo, depois parti pro ramo da segurança privada e agora aos 28 anos decidi me alistar no exército.
Nunca se é velho demais pra morrer pelo continente.

Estou indo pro posto avançado 41-8, depois de uma semana de treinamento. Disseram que tudo bem porque lá é longe da guerra. Yeah Right.

Quando chego na base os malucos apontam armas destravadas pra mim gritando que eu só posso ser um espião. Depois de quase ser morto, o mal entendido é desfeito.
Eu estou morto.
Pelo menos é o que diz o informe da Companhia de Inteligência enviado à base.
Erro de digitação. (1) para vivo (0) para morto em combate.
hehehe. E eu nem tinha dado entrada na base ainda.
O foda foi que como eu estava oficialmente morto, não havia armamento nem munição a minha espera, quanto mais acesso aos sistemas da base.
Alguém já disse que essa guerra era divertida, mas ninguém me disse que ela tinha um senso de humor doentio.

Ninguém gosta de um novato por perto, e eu, orgulhoso não gosto de pedir favores.
Isso vai ser interessante.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Steampunk

Como seria um mundo steampunk?
Acredito que não seria tão bonito como parece a primeira vista.
Afinal, estamos falando de steam, vapor!
Pra gerar vapor precisamos de calor.
E nesses mundos o vapor é geralmente gerado com carvão!

Ou seja, um mundo steampunk não seria bonito, seria um mundo sujo em que o cancer de pulmão reinaria.
Queimaduras de primeiro grau e cicatrizes reinariam.
Fracotes seriam os de pele lisinha.

Será que a Alemanha, a Rússia ou a Inglaterra dominariam?
Em que pé estaria a eletricidade?
E o mundo não brigando por petróleo... as nações lutariam por carvão?

Como seriam as armas em um mundo dominado pelo vapor?
E a vida nos países tropicais seria quase um inferno literal.
Como seriam os japoneses malucos desse mundo?

e a melhor pergunta: Haveriam Mechas a vapor?