Eu fico aqui pensando...
Festas e reuniões familiares deveriam, ser ambientes alegres, pra matar saudade.
Mas por que algumas pessoas insistem em trazer dor e caos a esses eventos?
Acredito que seja fruto de obrigar os filhos ou familiares a irem a um local que não querem ir ou então, não estão a fim de ir.
Quanto sofrimento poderia ser evitado. Sem falar na lavagem de roupa suja.
E o stress e as dores de cabeça por se importar "com o que os outros vão dizer?"
Festas devem ser divertidas, pra animar as pessoas, rir de montão e matar saudade.
Se alguém reclamar que a cerveja está quente, problema dele, beba água ou refrigerante.
Se tal cerveja alguém não gosta, problema dele, que trouxesse então a que acha boa.
E os insultos ou gritos. Dane-se que vocÊ está estressado ou o que seja. Isso não dá o direito de gritar com seus parentes. Que as vezes só querem animar o local.
Dizem pra relevar, mas eu prefiro ignorar, afinal, a pessoa não vai aparecer dias depois e pedir desculpas.
Talvez eu seja radical por ter crescido num ambiente onde toda festa tinha gritaria.
Mas por isso mesmo que eu gosto de diversão na minha festa ou reunião em casa ou na casa dos amigos. A Vida é curta.
Não é necessário Heineken, ou Guinness ou camarão caríssimo.
Uma garrafa de vodka e suco de caju de pózinho garantem muita diversão.
Que venha dezembro logo.
Adoro ver minha casa cheia e a baderna e ouvir os risos, hehehe.
Ontem o dia foi foda com pessoas caindo em cima de mim e ainda achando que a culpa era minha.
Mas hoje vou ver minha mulher e tudo fica bem melhor depois de uma noite de sono.
Qual o sentido deste texto? era pra ter?
terça-feira, 2 de outubro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Humor pra lá de negro
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Bundas que sobem
Lucas subia mais uma vez seu lance de escadas até seu apartamento.
Ele sabia que o porteiro velho e babaca e beberrao estava olhando enquanto pisava os degraus.
Lucas só queria chegar em casa e escrever seu livro, parado no tempo e na velha Hemington.
- o que diabos esse velho olha tanto? tá me controlando? ou será que ele curte ficar olhando minha bunda?
Girou a chave na porta. Entrou. abriu uma cerveja em lata e foi escrever.
Começou a lembrar de quando era criança ou pré-adolescente.
Quando estava num churrasco de uma familia. Não a sua familia. Apenas os vizinhos.
E ele fora convidado.
Pena é um dos sentimentos mais nojentos da humanidade.
Mas, vamos a história: Lucas se lembrava de que estava a comer um prato cheinho de corações de galinha, Deus, como ele adorava aquelas pequenas coisinhas feitas na churrasqueira.
Ele se fartou de comer, comeu dois pratos cheios. Bom que os vizinhos tinham grana.
E seria uma pena não comer tanto quanto seu estomago aguentava.
Depois, sem nada pra fazer ficou zanzando pela propriedade e olhando.
Eis que surgiu um guri menor e mais novo que ele e ficou olhando e olhando Lucas.
- ah, sai daqui piralho. Não gosto de você.
O menorzinho não se mexeu. Apenas olhava e olhava.
Lucas não pensou. Apenas empurrou o outro. Bem forte e de modo súbito.
A criancinha tropeçou e aterrisou de costas no chão. Na verdade, usou os cotovelos pra fazer isso.
Ambos sangraram. E a criança começou a chorar.
Por um instante, Lucas se assustou, mas depois sentiu algo estranho, não era prazer, mas felicidade ao ver aqueles cortes e aquele sangue que escorria.
- eu que fiz - pensou Lucas.
Contruir e criar poder satisfazer adultos e tal.
Mas é tão gostoso descobrir que se tem o poder de destruir. Isso faz muito bem a uma criança. E Lucas sorriu. No passado e no presente.
Ele sabia que o porteiro velho e babaca e beberrao estava olhando enquanto pisava os degraus.
Lucas só queria chegar em casa e escrever seu livro, parado no tempo e na velha Hemington.
- o que diabos esse velho olha tanto? tá me controlando? ou será que ele curte ficar olhando minha bunda?
Girou a chave na porta. Entrou. abriu uma cerveja em lata e foi escrever.
Começou a lembrar de quando era criança ou pré-adolescente.
Quando estava num churrasco de uma familia. Não a sua familia. Apenas os vizinhos.
E ele fora convidado.
Pena é um dos sentimentos mais nojentos da humanidade.
Mas, vamos a história: Lucas se lembrava de que estava a comer um prato cheinho de corações de galinha, Deus, como ele adorava aquelas pequenas coisinhas feitas na churrasqueira.
Ele se fartou de comer, comeu dois pratos cheios. Bom que os vizinhos tinham grana.
E seria uma pena não comer tanto quanto seu estomago aguentava.
Depois, sem nada pra fazer ficou zanzando pela propriedade e olhando.
Eis que surgiu um guri menor e mais novo que ele e ficou olhando e olhando Lucas.
- ah, sai daqui piralho. Não gosto de você.
O menorzinho não se mexeu. Apenas olhava e olhava.
Lucas não pensou. Apenas empurrou o outro. Bem forte e de modo súbito.
A criancinha tropeçou e aterrisou de costas no chão. Na verdade, usou os cotovelos pra fazer isso.
Ambos sangraram. E a criança começou a chorar.
Por um instante, Lucas se assustou, mas depois sentiu algo estranho, não era prazer, mas felicidade ao ver aqueles cortes e aquele sangue que escorria.
- eu que fiz - pensou Lucas.
Contruir e criar poder satisfazer adultos e tal.
Mas é tão gostoso descobrir que se tem o poder de destruir. Isso faz muito bem a uma criança. E Lucas sorriu. No passado e no presente.
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